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Maximus Festival 2017

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A experiência do Maximus Festival 2017 foi extremamente positiva. Com um eclético line-up, muito superior ao de 2016, 3 palcos (um aberto ao hardcore) e o Slayer absurdamente matador, a edição já ficou para história.

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O palco Thunder Dome, onde se apresentaram as atrações de Hardcore, tinha um espaço excelente, bares e banheiros acessíveis e uma qualidade de som impressionante. A única ressalva era o acesso por uma via um pouco estreita, dificultando o corre corre do público para poder assistir todos os shows.

Para compensar o “trânsito”, na mesma via estreita foi feito um “cemitério” com uma homenagem aos astros falecidos do rock. Muito legal.

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À exemplo do Rollapralooser, o sistema para consumo também era feito via pulseira (Cashless = Ingresso), facilitando o consumo. O único problema eram as filas e a cerveja que acabou em alguns pontos no show do Slayer. Sinceramente não dá para entender. Os caras fazem um festival para milhares de pessoas, cobram uma fortuna na cerveja (R$ 11,50) e não disponibilizam vendedores ambulantes para a galera consumir sem parar.

Os shows foram pontuais, o que fazia o público se movimentar de um lado para o outro para poder assistir aos shows de sua preferência e, infelizmente perder outros por conflito de horário.

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Por exemplo, o Dead Fish estava acabando e o Hatebreed já havia começado seu show.

Rob Zombie e Pennywise começaram com um intervalo de 10 minutos. Quem escolheu o Pennywise ficou sem ver o Five Finger Death Punch.

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Slayer e Rise Against começaram exatamente no mesmo horário.

De qualquer forma, a ideia dos 3 palcos é ótima e garante a adrenalina sempre nas alturas.

Passado o panorama geral, vou para o relato do fã.

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Saída de casa às 11:30 para poder assistir ao grande Dead Fish, um motoqueiro maldito atropelado na Marginal, uma obra INEXPLICÁVEL na Avenida das Nações Unidas (VSF, cortar grama e reparar asfalto ao meio dia de sábado?????) e um motorista que conseguiu se enrolar pra chegar no autódromo de Interlagos, me fez chegar em cima da hora.

Pra piorar, haviam várias entradas e o motorista conseguiu me deixar exatamente no acesso mais longe….entrei no autódromo e tinha meio circuito de caminhada até as catracas..imagina como foi longa a caminhada até a entrada já com o Dead Fish tocando, sem falar na vontade de sair correndo? Como estava muito cedo e com muito sol, sem falar que ia parecer um NERD que dorme na fila dos shows, fui caminhando mesmo.

Vexame evitado, uma caminhada com trilha sonora, consegui chegar ao palco. Valeu muito a pena. O som estava ótimo e o Dead Fish arrebentou. A galera agitou pra caramba, cantou junto ao tempo todo e o Rodrigo arrebentou. Puta presença de palco.

Sol da porra, com várias Buds goela abaixo, foi possível assistir de perto uma boa parte do show com Queda Livre, Zero e Um, Proprietários do terceiro Mundo, Bem-vindo ao Clube, Afasia, fechando em grande estilo com Sonho Médio.

Dead Fish é bom pra caraio…fóda…só anda se perdendo em alguns comentários políticos…mas aí vai de cada um…democracia…

O Dead Fish já estava acabando e o Hatebreed já tinha começado. Essa era outra banda que queria muito ver, o som dos caras é muito pesado e agressivo. Queria muito ver com funcionaria o hardcore deles ao vivo.

Muita agitação, ótima presença, outras Buds, mas o som decepcionou um pouco, influenciando minha opinião sobre no show, que achei bem curto. Esperava mais porrada…muita gritaria, discurso, atitude, mas o som ficou devendo.

Pois bem, passada a primeira maratona, a decisão agora era Rob Zombie ou Pennywise? Gostava do White Zombie, queria ver algumas músicas deles ao vivo, mas a qualidade do som do Thunder Dome e os ótimos riffs do Fletcher falaram mais alto e desci para ver o Penniwyse.

De lambuja deu para ver metade do show do Flatliners…legalzinho, mas o som estava ótimo.

 

Outras Buds e o Pennywise começou decepcionante, já que o som estava muito baixo. Imediatamente a galera se virou pro cara da mesa e começou a reclamar. Esse que vos escreve buscou na memória as aulas de inglês, amplificada pelas várias Buds e começou a soltar os elogios “Hey, hey!!! Are you deaf? Turn On?? Apontando o dedo para cima…o gringo gesticulava que estava tentando, mas já na terceira música o som melhorou, o que me custou uma cerveja que fui buscar pro my new friend da mesa de som. Brindamos e virei pro palco.

Pennywise é fóda….nasceu pra ser visto ao vivo, muita energia, muita velocidade e ótimos riffs. Same Old Story, Peaceful day, Perfect People, Society, Fuck Authority e até um cover do grande Bad Religion (Do What You Want)…perfeito.

Tinha curiosidade em assistir o Five Finger Death Punch (depois do Slayer era a banda que mais tinha gente usando camiseta), mas as várias Buds, a fome e com o finalzinho de bom senso que ainda me restava fui fazer um lanche e valeu à pena.

Já com o burrito na mão começou a introdução do show do Slayer e interlagos entrou em choque.

O Slayer era a banda mais esperada do festival, muita gente usando a camisa deles, sem falar nos frequentes gritos de SLAYER! SLAYER! SLAYER! durante todo o dia já anunciavam o esporro sonoro…e os caras não decepcionaram.

Com um som muito alto (muito melhor do que as 2 últimas apresentações em SP) e limpo os caras arrebentaram…impressionante o vigor com que tocaram.

Uma porrada atrás da outra, com versões que pareceram mais velozes que o normal. Tom Araya estava com a garganta perfeita, Paul Bostaph absurdo, sem falar na dupla King/Holt…sem palavras.

Repentless abriu a pancadaria, seguida com o tapa na cara Disciple (God Hates us All, God Hates us All!!!!…fóda). Postmortem, War Ensable, When the Stillness Comes (outra boa do disco novo), Mandatory Suicide foram absurdas….agora se liga no final:

Dead Skin Mask, Seasons in The Abyss, Hell Awaits (sim, rolou Hell Awaits), South of Heaven, Rainning Blood, Black Magic (sim, rolou Black Magic) e Angel Of Death… precisa falar alguma coisa?

Vou falar, vai se fudê…Slayer é fóda, Slayer é do caralho, VSF rollapralooser.

Absurda apresentação, a melhor dos últimos anos, animal, agressivo. Quem não gostou com certeza se borrou de medo…

Passado o caminhão sonoro, a sirene característica dos shows do RATM soou e o Prophets of Rage subiu no palco com a galera agitando.

Me desculpem os fãs do RATM, mas o Prophets tem um puta cheiro de caça níquel do caraio. Tomara que eu esteja errado..só o tempo dirá.

RATM era muito foda, mas o legal deles eram quando estavam nas partes mais quebradas e partiam para as porradas rápidas. O fato é que apesar de Public Enemy ser muito agressivo e Cypress Hill ser fóda, Zach de la Rocha faz muita falta.

Os vocalistas atuais, apesar de ótimos nos seus estilos, não conseguem dar velocidade que as músicas do RATM precisam.

Isso aliado ao fato de que depois do Slayer, tudo fica parecendo mais lento, menos pesado, cansativo, chato.

Bom, o RATM cover me encheu o saco e comecei minha via sacra pra sair do autódromo. Killing in The Name eu ouvi quando já estava pegando o uber.

Quando ao Linkin Park…procura por aí…nem sei se eles tiveram coragem de pisar em um palco depois do Slayer.

 

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